Im weissen Rößl Clip
Mephisto DNT Weimar
Serafim Ponte Grande

2012 Collision of Oswald de Andrade
and Vilém Flusser in media-dance.
Introduction
In the past years Brazil has seen immense changes in its social and anthropological organization. Changes that were fore- but un-seen by Vilém Flusser.
An acceleration and collision of Vilém Flusser’s views with the current practice of Brazilian theater and dance is the object of this research.
The project aims at catapulting Oswald de Andrade’s modernistic writings ‘Serafim Ponte Grande’ one hundred years later into the post-historic subset and clashing it some of Flusser’s concepts. Andrade discourses about a nomadic alter-ego – Serafim Ponte Grande in his excursions in the European early 20th century (1912).
This work is materialized in a reworking of the dramaturgy of a Tanztheater piece with music by Villa-Lobos (Köln 1992) for the group of the dance company from Palácio das Artes, Belo Horionte, MG Brazil, de-materializing it as video-HD recording in Brazil and re-assembling it during a residency at the Vilém Flusser Archiv colliding with text and concepts of Brazil, nomadism, and kitsch by Flusser.
The work would then put in the information networked-pool losing geography and temporality.
Manhãs de Minas – Oswald de Andrade
O teu cabelo é da cor das manhãs de Minas!O teu beijo é quente como o sol do Rio de Janeiro,Quando teus lábios reviram nos meus me envolvem do calor das águas de minha terra,O teu corpo é frio como o sepulcro do meu!Quando sais no foquestrotes aí por esses hotéis, na podridão das orquestras , sinto as tuas duas pontas espetarem o meu coração enquanto a minha lança se revolta contra a tua virgindade,Minha mão em concha apanha a tua bundaQuente , viva, musculosa e buliçosa,Encosto a cabeca na tua, aí por esses foquestrotes, por esses Charlestões,Encosto a língua na tua, mole, babosa, salivosa.
… Um dies zu erfassen, ist es zwar einfach, aber zu billig, Etymologie zu Hilfe zu rufen. Es ist zwar richtig, daß der Sitzende be-sitzt, und der Fahrende er-fährt, oder daß der Sitzende in der Gewohnheit wohnt und der Fahrende Gefahr läuft. … Vilém Flusser – Nomadische Überlegungen
Orthopedic Mattresses 1989 NYC Dance
Blue Danube @ DanceSpace NYC 1986
Alternatives: Vimeo Outside Germany: YouTube
reviews
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The Village Voice by Bruce Supree
Serious Talk – New York City
… Darkly handsome, Viviani has the masculine power of the young Robert Mitchum, but he’s hot, not cool. Joining Hartley for Serious Talk, he’s slightly menacing, controlled, agressive — but unhurried. A ’40s film noir, Mickey Spillane kind of guy — but he doesn’t lay a hand on her. … Viviani’s in formal pants, black suspenders, a sleeveless undershirt. He slowly raises his arms, folds them across his chest. He points his index finger, then with the other hand pushes softly in the opposite direction with measured force. Repeating gestures, speeding them up, adding more, he produces a steady flow of contradictory impulses, while playing off the waltz rhythms. He opens his hands with a kind of helpless strength, then draws them in to his chest and cringes. The accelerating repetition of impassioned gestures gradually builds as unbearable pressure of feeling in him.
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The New York Times
by Jennifer Dunning
Blue Danube – New York City
… Mr. Viviani, a relatively new choreographer, took simple themes and dealt with them with admirable simplicity … The quality of movement is most subtle and interesting in “Blue Danube,” set to the Strauss waltz, its message is mystifying. Mr. Viviani and Cheryl Hartley were personable dancers.
The Time Tunnel: A Chorus Line 1983
Bolero – Balé da Cidade de São Paulo 1982
Ricardo Viviani and Ciça Teiveles Meirelles
”Uma beleza de trabalho, que transborda vitalidade e energia” Helena Katz 07 Set 1982
PDF Facsimile *Unproofed OCR Transcript*
Title: Bolero
Company: Balé da Cidade de São Paulo
Premiere: 18 Sep 1982
Venue: Teatro Municipal de São Paulo
Author: Emilie Chamie
O espetáculo “Bolero”, criado para o Balé da Cidade de São Paulo, em dois momentos, foi concebido, originalmente, para o Centro Cultural São Paulo. No Centro Cultural contou com um numero determinado de bailarinos. Agora, transposto o espetáculo ao Teatro Municipal, esse número é acrescido: todos os bailarinos do novo Grupo Experimental executam o primeiro momento (“Bolero” de Ravel) e a totalidade dos integrantes do Balé da Cidade dançam o “Bolero” de Trythall. 0 espaço do Centro Cultural, onde o “Bolero” estreiou e obteve sucesso extraordinário em suas quatorze apresentações, é ativo e ativador. Lá, bailarinos e público se misturavam e trocavam energias em seu movimento e contato direto. Pela versatilidade da concepção de “Bolero”, usamos, agora, o palco e a platéia do Municipal, estabelecendo outro tipo de dinâmica a partir da arquitetura interior do teatro. Para tanto, dissolvemos os limites entre platéia e palco, transformando em espaço único visual corredores, frisas e proscênio. Se no Centro Cultural havia um quase corpo-a-corpo criativo entre bailarino e espectador, no Municipal o espectador se vê envolvido de forma multilateral e estimulante ainda que fixo em seu próprio lugar.
Creative Team:
Concepção e Direção: Geral Emilie Chamie
Coreografia: Lia Robatto (0 solo feminino foi inspirado e composto a partir dos movimentos da dançarina Sonia Mota)
Assistentes: Hugo Travers, Yara Ludovico, Julia Ziviani e Monica Mion
Figurinos: Murilo Sola
Elemento cênico: Emilie Chamie
Projeto do analisador de som em tempo real: Conrado Silva
Música: Maurice Ravel (Bolero) 1928 William Schinstine (Scherzo) 1978 John Cage (She is Asleep) 1943 Richard Trytball (Bolero) 1979
Músicos Grupo de Percussão Agora: Elizabeth Del Grande, John E. Boudier, José Carlos da Silva e Mário Frungillo
Assistente Musical junto ao BCSP: João Paulo de Mendonça
Iluminação: Iacov Hillel
Trilha Sonora: Flávia Calabi
Coordenação da Exposição: Valéria de Mendonça
Performers:
Simone Ferro, Julia Ziviani, Lilia Shaw, Beatriz Cardoso, Regina Restelli, Patricia Galvão, Nelly Guedes, Paula do Valle, Luciana Maluf, Mário Enio Jarry, Alberto Cidra, Sérgio Botelho, Marcos Verzani, Tony Callado, Raymundo Costa, Cacá da Boa Morte, Leila Sanches, Monica Mion, Aurea Ferreira, Nadia Luz, Bete Arenque, Ana Luisa Seelaender, Solange Caldeira, Ana Verônica, Franco Moran, Paulo Rodrigues e Antonio de Almeida Solistas Simone Ferro e Sonia Mota – Elenco Grupo Experimental: Ismael Ivo, Daniela Stasi, Mariana Muniz, Fernando Lee, Ciça Teivelis, Vivien Buckup, José Carlos Nunes, Susana Yamauchi, Eduardo Costilhes, Silvia Bittencourt, João Maurício, Mara Borba, Dolores Fernandes, Maria José Crescente, Marina Helou, Ricardo Viviani, Luiz Vasconcelos e Hugo Travers (participaqdo especial)
Balé da Cidade de São Paulo
Diretor Artístico: Klauss Vianna
Assistente de Direção: Ruth Rachou
Assistentes de Coreógrafo: Hugo Travers, Yara Ludovico, Monica Mion e Julia Ziviani
Professores: Ismael Guiser, Sonia Mota, Hugo Travers, Klauss Vianna e Joana Lopes
Programação: Cyra Gomes de Araújo Moreira Pianista Olga Carrera
Iluminador: Tanaka
Diretora de Cena: Cleusa Fernandez
Massagistas: Alvaro Faro Mendes e Daniel Pires
Encarregada do Guarda-Roupa Maria Cristina Tavares
Costureira: Clarinda Rodrigues Alves
Sonoplasta: Miguel Derosa
Inspetor do BCSP: Deoclides Pereira Fraga Neto
Performances:
820918 to 26 Teatro Municipal de São Paulo
8210012300 TMdSP II Festival Nacional de Dança
821103 to 04 Teatro Municipal do Rio de Janeiro
830605 to 10 Teatro João Caetano SP
Archival Material:
820918 Program, Poster, Photo; 821001 Program; 821103 Program; 830605 Program





